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Máquinas de corte e gravação digital a LASER transformam mercado gráfico brasileiro


24/03/2015 por Automatisa

Catarinense Automatisa aposta no setor e pretende ampliar a participação no mercado, com solução que garante aumento na produção e maior qualidade do produto final

A possibilidade de ter um número infinito de facas de corte e uma qualidade superior na gravação e corte de materiais estão transformando o mercado gráfico brasileiro, que vem migrando para meios digitais. Hoje, o corte a laser digital vem revolucionando o setor, substituindo o uso de facas gráficas em máquinas de batidas ou rotativas, com qualidade superior e custo operacional mínimo, já que os estoques de facas são eliminados. É uma nova geração de produtos, mais bem acabados e com corte preciso, no padrão desenvolvido pela empresa, sem se limitar a tiragens ou produção de facas específicas. As máquinas a laser dão adeus às facas de metal, que precisavam ser feitas e testadas inúmeras vezes para que o corte saísse perfeito.

É o caso da R&S Etiquetas, de Porto Alegre (RS), que aproveitou o laser e sentiu na produção a redução de gastos com ferramentas e os custos com pequenas tiragens. “Investimos em uma máquina de corte a laser digital para contar com uma opção que não exigisse o investimento em facas. O resultado foi a redução nos gastos com ferramentas e nos custos em pequenas tiragens, além de grande versatilidade e praticidade no corte de etiquetas e rótulos”, destacou Anderson Rizzolli, diretor da R&S Etiquetas. A meta é aumentar a participação dos itens em corte a laser digital e diminuir as de corte rotativo, hoje maioria na empresa. Com a facilidade de baixas tiragens e a personalização ilimitada, os equipamentos de impressão digital a laser são uma aposta das empresas do setor. Com a utilização do laser, é possível atender a baixar tiragens, pedidos que muitas vezes inviáveis pelo custo da faca. Para Anderson, a transição para as soluções de processamento de materiais com tecnologias "digitais" é natural. “Toda a impressão digital necessita de corte digital. O custo de início de produção em flexografia é composto de clichês, cilindros (parte da impressão) e facas (parte do corte). Se você tem impressão digital, precisa de corte digital e com registro, não pode usar faca/contra-faca”, recomenda.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria da Gráfica (Abigraf), no terceiro trimestre de 2014, a indústria gráfica cresceu 7,5% frente aos três meses anteriores. É nesse cenário que a Automatisa, líder nacional no desenvolvimento, fabricação, comercialização e pós-vendas técnico de equipamentos digitais a laser de pequena e média potência, vai focar em 2015 e pretende incrementar em 800% sua participação. “Hoje a área gráfica corresponde a 2,5% do faturamento da empresa e a intenção é chegar a 20% até o final deste ano. Estamos investindo para fazer do parque industrial brasileiro um parque tão moderno quanto o da Europa, onde praticamente são eliminadas as facas gráficas, enquanto no Brasil ainda existe muito a ser melhorado”, destaca Joana de Jesus, diretora comercial da Automatisa. A empresa aposta em novas tecnologias para viabilizar esse tipo de solução e permite a empresas de pequeno, médio ou grande porte iniciarem um processo de migração para o corte e meio corte digital a laser.

A Automatisa desenvolveu a Mira Graph, a primeira solução brasileira voltada especificamente para o setor aumentar a capacidade de produção e melhorar a qualidade do produto final. Com uma gama infinita de facas virtuais, elimina qualquer tipo de estoque físico. Desde as impressões digitais - que permitem ótima resolução e efeitos visuais complexos em qualquer tiragem - ou ainda o próprio corte a laser digital, que também parte de "facas virtuais digitais" reproduzidas pelo laser sobre o material, tudo é determinado pela intensidade e velocidade do laser. “Aquele design que é considerado complexo para uma faca gráfica, para o laser é muito simples. Os estoques de facas são eliminados e o custo operacional é mínimo”, pontua Joana. Com máquinas a laser, não são necessários lotes mínimos para impressão e não há perda de material para o preparo do corte. “Hoje as etiquetas e rótulos são, na grande maioria, cortadas com facas mecânicas, ou seja, são "formas" em lâminas de metal que possuem o design daquilo que se quer cortar. O ajuste da faca na máquina determina se será meio ou corte total e a tiragem necessária para valer a pena o uso desses dispositivos é grande”, explica Joana.

Sobre a Automatisa

Líder no desenvolvimento, fabricação, comercialização e pós-vendas técnico de equipamentos a laser de pequena e média potência, além de aplicações especiais na América Latina, a Automatisa desenvolve soluções industriais para corte e gravação a laser, para os diversos setores da indústria, no Brasil e no exterior. Com sede em São José (SC), foi fundada em 2001 no Ecossistema de Inovação de Florianópolis (SC), e acumula prêmios por sua trajetória inovadora.